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| http://www.facebook.com/isaqueribeiro Pra expressar minha alegria sem saber qual a razão eu achei que poderia uns versinhos compor à mão. Mas enquanto eu fazia esses versinhos bem faceiros eis que em Sete Lagoas havia "Paranaenses e Mineiros". Para a nossa alegria nossos "primos do paraná" demonstraram simpatia com a zombaria que sofríamos por cá. Oh, meu Deus eu pensei o Pânico consegui mandou os cruzeirenses para a rima que minha mão proibiu. Realizou o sonho da massa atleticana demitiu o Mancini, contratou o Pitangui a "chinoca" de alegria só sentiu uma semana!
Sérgio Laviann
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quinta-feira, 10 de maio de 2012
Para a alegria do Palhaço e da massa pensante do estado de Minas Gerais.
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Para a nossa alegria,
Poesia Brasileira,
Sérgio Laviann
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Panorâmicas #1
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| Panorâmica de mim mesmo, por dentro. |
Acordo fora de mim
como há tempos não fazia.
Acordo claro, de todo,
acordo com toda a vida,
com todos os cinco sentidos
e sobretudo com a vista
que dentro dessa prisão
para mim não existia.
Acordo fora de mim
como fora nada eu via,
ficava dentro de mim
como vida apodrecida.
como há tempos não fazia.
Acordo claro, de todo,
acordo com toda a vida,
com todos os cinco sentidos
e sobretudo com a vista
que dentro dessa prisão
para mim não existia.
Acordo fora de mim
como fora nada eu via,
ficava dentro de mim
como vida apodrecida.
Acordar não é de dentro,
Acordar é ter saída.
Acordar é reacordar-se
Ao que em nosso redor gira.
de João Cabral de Melo Neto.
Enquanto eu tirava
essa radiografia me veio
à mente esse poema
de um certo João
Este mesmo poema
que persegue minha mente
tão fortemente quanto
os sonhos de mortos vivos que tenho
como nesta noite mal dormida
Um dia quem sabe descubro
o porque de um vivo sonhar
com um morto que anda.
Um dia quem sabe descubro
os porques de João
Um dia descubro
o porque de tantas radiografias.
Um dia acordo
e me ponho a Sonhar
Com miólos de pão
que andam e comem gente
Com o vô de João
obturando os dentes
Um dia acordo
e me ponho a Sonhar
Com um preso que
sonha poder se soltar
Com um peso que
leve meus pesadelos pra lá
de Sérgio Laviann, 16-05-2011.
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Totens de Jade
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Música : À um click...
Mando mensagens pra você
Mas não estou certo se você vai ler
Sei que quando passo, já passou
Se já não sei mais nem quem eu sou
Se estou online/ Ela desligada
Se a três passos/ Ela não está
Já estou cansado de tentar te acessar
Dou azar em tudo/ Ela manda cartas
Que eu não leio...
Dê seus ouvidos surdos pra mim
E não me deixe só, tão só assim
Na minha caixa não tem mais lugar
Queimo as cartas sem nem mesmo olhar
Se estou online/ Ela analógica
Se a dois passos/ Toma mais distância
Estou procurando/ Mas não me procura
Vai no link certo/ Eu não leio cartas
Só e-mails...
Tô procurando por Vc
Faço de tudo pra isso acontecer
Se alguém te ensina a navegar
Depois a gente pode se encontrar
Se estou online/ Minha marinheira
Se a um clique/ Menor à distância
Faça suas contas/ Enquanto eu disparo
Local combinado/ Eu vou te buscar
De joelhos...
Se estou online/ Sonhando acordado
Como tenho sorte/ De tentar te acessar
Tá procurando/ Tô a sua procura
Estou de quatro/ Teclados pro ar
Lendo cartas...
Sérgio Laviann Drumond
05/07/2008
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Totens de Jade
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Totens de Jade
Coração Bambo.
http://juventudeonline.com.br/estados/jcar/site/wp-content/uploads/2010/11/coracao.jpg
Por que? Eu sempre quero o que pra mim é impossível.
Não sei, me ajude, diga o que eu devo fazer.
Você acha que tudo que eu digo não é crível.
Errei, tentando explicar pra quem não quis saber.
Não sei, o que dizer não quero parecer volúvel.
Porque, eu te dei tudo o que você sonhava ter.
Errei, querendo mudar alguém que era incorrigível.
Você então me disse não e eu nem pude dizer.
Você me disse que eu não estava nos seus planos
Mas o que nos separa não é mais que um oceano
Não se esconda atrás dessa cortina de panos
Quero dizer que eu amo, ainda te amo.
Tenho vontade de te ter de novo
O que eu mais quero é poder tocar teu corpo
Sentir todo o sabor que tem teu beijo
Meu bem há quanto tempo eu não te vejo.
Se danças fado e eu não sambo
É porque estás aqui e eu estou lá
Se tu és fada e eu mero bufão
Coração bambo, bambo coração.
31-12-2000
Sérgio Laviann Drummond.
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Folha Tinta
Pensava em escrever
Algum texto sentimental
Achava que deveria ter
Algo, uma pitada de sal
Tempero para a alma
É o verso, pensei
A alguns traz fama
Outros levam à forca do rei
Então, ainda não tens
Nada de escrito, para variar?
Assim perco mais um de meus bens
Só resta ao vinho me entregar
Da garrafa tiro a rolha
Sinto o cheiro que inebria
Ai estás, de novo, folha
Tingida de tinta sombria
Esse gosto que sinto
Doce e da melhor safra
Mas não provei do vinho tinto
Esse gozo, ocre, me mata.
17-08-2000
Sérgio Laviann Drumond.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Tudo
Tudo o que me toca
De tudo, bem no absurdo.
Tudo provoca
Em tudo um arrepio agudo.
Tudo o que acalenta
De tudo, o oculto, é certo.
Tudo me tenta
A fazer o que, de tudo, não é correto.
Tudo o que traz
De tudo, e em tudo, alguma tristeza.
Tudo o que me faz
Além de o tudo enxergar beleza.
Tudo o que se tem
De tudo o nada sobra.
Tudo, então, que vem
Tudo ao fim de uma obra.
Tudo, enfim, de cada
De tudo o vazio.
Tudo se faz nada
Assim que chega o frio.
Tudo o que seduz
De tudo o que mais alegra o olhar.
Tudo se torna luz
Depois da escuridão tudo há de findar.
Tudo o que é plausível
De tudo fecha-se à cortina.
Tudo ainda é possível
Que tudo não se torne rotina.
Tudo tem sua hora
De tudo o mais intenso.
Tudo o que se tem agora
Ainda tem, tudo, fim extenso.
Tudo em que há razão
Em tudo resta a última dúvida.
Tudo ainda que não
Tenha tudo, sentido na vida.
Tudo não obstante
No tudo que deixo ao ir.
Tudo o que faz ver
De tudo um pouco.
Tudo o que me impulsiona a ser
O que de, de tudo, um tanto louco.
27-12-1998
Sérgio Laviann Drumond.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Tem gente manipulando e gente sendo manipulada,
eu espectador de tudo sigo adirando o bailado.
Encontro nele um boneco que teima em teimar,
Enquanto seu manipulador segue manipulado.
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