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| http://www.facebook.com/isaqueribeiro Pra expressar minha alegria sem saber qual a razão eu achei que poderia uns versinhos compor à mão. Mas enquanto eu fazia esses versinhos bem faceiros eis que em Sete Lagoas havia "Paranaenses e Mineiros". Para a nossa alegria nossos "primos do paraná" demonstraram simpatia com a zombaria que sofríamos por cá. Oh, meu Deus eu pensei o Pânico consegui mandou os cruzeirenses para a rima que minha mão proibiu. Realizou o sonho da massa atleticana demitiu o Mancini, contratou o Pitangui a "chinoca" de alegria só sentiu uma semana!
Sérgio Laviann
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quinta-feira, 10 de maio de 2012
Para a alegria do Palhaço e da massa pensante do estado de Minas Gerais.
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Sérgio Laviann
terça-feira, 24 de abril de 2012
Contradições a parte... Meu nome é Sérgio Laviann: repórter em alguns dias
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| De Yuri Simon: http://www.facebook.com/yuri.bh |
O que eu faço é humorismo verdade e jornalismo mentira. Ou seria... humorismo mentira e jornalismo verdade? Será que existe isso? Ah, vamos deixar isso para quem tem tempo de rotular. Afinal de contas não importa o que eu diga importa o que você entendeu que eu disse!
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Zé do Buraco em: DE NOVO!!!!!!!!!!!! capitulo 10799.
Só falta a bandeirinha dos EUA,
porque o lado escuro já deu pra
reconhecer, né Zé do Buraco?!?!
Leia o outro post desse blog, em Lafaiete ele não fica desatualizado nunca:
Os Bun Hakus, ou traduzindo para o bom português: os buracos da cidade.
Os Bun Hakus, ou traduzindo para o bom português: os buracos da cidade.
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Zé do Buraco
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Questionamentos impossíveis, respostas inesperadas.
Desenho de ensaio para tela - Maria castigando "o menino Jesus" sem nenhuma testemunha - Sérgio Laviann
A Virgem Maria Castigando o Menino Jesus defronte de Três Testemunhas - Max Ernst - 1926
- Questionamentos Impossíveis -
- Quando criança Jesus não foi castigado?
- Como se inculcou nele o bom critério?
- Maria permaneceu vírgem?
- José era assexuado?
- Maria teve outros filhos, mas de José?
- Respostas Inesperadas -
Nos próximos posts responderei o que achei sobre estas coisas apenas refletindo sobre a Bíblia, a estes posts darei o nome de: Perguntas impossíveis, respostas inesperadas. As perguntas sempre serão impossíveis para aqueles que pensam ter certeza de alguma coisa, principalmente por não ter uma explicação racional para tais certezas. É claro que estas deixariam de ser certezas e passariam a ser dúvidass. Mário Quintana disse que a certeza é quando a idéia cansa e para. Porque não fecham-se atrás de suas certezas como aguém que tem medo e precisa de abrigo. Max Ernst fez parte de um grupo de artistas (Dadaístas) desprovidos dessa necessideda e é por isso que pensei em fazer-lhe homenagem. Espero qu gostem!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Música da semana: Dear Mr. President (Pink)
"Dear Mr. President"
(Pink feat. Indigo Girls)
Dear Mr. President,
Come take a walk with me.
Let's pretend we're just two people and
You're not better than me.
I'd like to ask you some questions if we can speak honestly.
What do you feel when you see all the homeless on the street?
Who do you pray for at night before you go to sleep?
What do you feel when you look in the mirror?
Are you proud?
How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye
And tell me why?
Dear Mr. President,
Were you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
How can you say
No child is left behind?
We're not dumb and we're not blind.
They're all sitting in your cells
While you pave the road to hell.
What kind of father would take his own daughter's rights away?
And what kind of father might hate his own daughter if she were gay?
I can only imagine what the first lady has to say
You've come a long way from whiskey and cocaine.
How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye?
Let me tell you 'bout hard work
Minimum wage with a baby on the way
Let me tell you 'bout hard work
Rebuilding your house after the bombs took them away
Let me tell you 'bout hard work
Building a bed out of a cardboard box
Let me tell you 'bout hard work
Hard work
Hard work
You don't know nothing 'bout hard work
Hard work
Hard work
Oh
How do you sleep at night?
How do you walk with your head held high?
Dear Mr. President,
You'd never take a walk with me.
Would you?
Se eu fosse perguntar o que eu perguntaria?
Vejamos...
Onde vc eniou os Direitos humanos, Sr. Ex-Presidente?
O Sr. tem mãe Sr. E-x Presidente?
Já imaginou o porquê de tanto ódio?
Eu já...
Vc não sabe?
Não é de admirar que...
"...homem tem dominado homem para seu prejuízo."
(Eclesiástes 8:9)
Pois assim como o rei Salomão eu também...
"Bem sei, ó Jeová, que não é do homem terreno o seu caminho.
Não é do homem que anda o dirigir o seu passo."
(Jeremias 10:23)
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
A Coca-Cola é tão poderosa que comprou Jesus.
Calma... não o Cristo, o Guaraná!
Esse não salva, mas mata a sede!
Você já aceitou Jesus?
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Nós palhaços já sabiamos, porém duvidávamos.
http://www.candidonobrega.com.br/10/wp-content/uploads/2009/11/charge-circo-congresso.jpg
Temos mais um palhaço em Brasília! Não é novidade nenhuma. Este, por sua vez, se elegeu como legislará, através de gags e piadas. Não fará nada de extraordinário, no sentido de fora do que comumente é feito, sob o teto, ou poderíamos chamar de lona, do 'legis circus' tupiniquim. Comparo sim o Congresso a um circo, as semelhanças começam pelo formato do teto e terminam pelos tipos que podemos encontrar, tanto em um como no outro. Tiriríca disse que não sabia o que iria fazer, pois não sabia o que um deputado federal faz. Você sabe? Eu não sei, sei o que deveriam estar fazendo, isto é, o que se espera que façam ordinariamente (comumente), seu dever como representantes do povo: representar. Ora... não é o que os palhaços fazem? Não, aí é que está a diferença. Um palhaço bem formado, o que não é o caso do Tiriríca, sabe que não deve representar e sim vivenciar cada coisa, mesmo as mais ordinárias (comuns), como algo que ele vê, sente, faz... pela primeira vez. Alguém faria algo com mais entrega e disposição quando fazendo pela segunda ou pela milésima vez? Enxergando por este prisma, talvez o problema do nosso congresso não se concentre no fato de estar repleto de palhaços e sim na qualidade dos mesmos. Precisamos de palhaços verdadeiros ou, pelo menos, de essoas que trabalhem essencialmente como fazem os palhaços: comprometendo a si mesmos, se necessário for, pelo aplauso da plateia, isto é, do povo. Quando foi que algum político já demonstrou esse comprometimento? O que os move? Paixão? Vocação? Algo tão nobre quanto? Um palhaço verdadeiro nunca se tornaria um político, seria preciso ter nascido um bufão (flato grande) com todos os seus requisitos para tanto. Estaria condenado a perder sua essência de palhaço: a ingenuidade que o leva a conquistar o riso. Ele, o palhaço verdadeiro, busca o 'rir com', pois rí de si mesmo, junto com a plateia. Os políticos brasileiros estão atingindo no máximo um 'rir de', pois dão risadas de nossa ingenuidade quando ganham com suas corrupissencias; e, ao mesmo tempo são motivo de risadas, pois, no fim das contas, todo bom palhaço sabe que o maior valor não está nos trocados do chapéu e sim no bem que promove com sua arte, mesmo se o chapéu em questão estiver bem cheio.
É por isso que sabiamos, porém duvidávamos
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
No final, quem bate o martelo?
Sois juristas, sois arautos ou sois algozes?
Na qualidade de professor de Comunicação Social e estudante de Direito no estado de Minas Gerais. Assusta-me ver noticias sobre questões judiciais relacionadas a direitos fundamentais e internacionais da humanidade, considerados cláusulas pétreas da nossa 'Lex Legis' (Carta Magna), a saber, a Constituição Federal, serem veiculadas dessa forma sem a preocupação de estabelecer os dois lados da questão. Não é papel do jornalista a busca da máxima imparcialidade a que um ser humano, falível e imperfeito, possa atingir? Pode-se considerar alguém, segundo a Lei culpado antes da devida sentença à qual não couberem mais recursos, o que chamamos no Direito de 'trânsito em julgado'? Como diria um colega nosso chamado Alexandre Garcia' "Esses que se dizem jornalistas deveriam ler mais, estudar mais e investigar mais; pois são responsáveis pelos caminhos do 'Quarto Poder', ou seja da construção da opinião pública.", as perguntas que ficam são: Seria este 'poder' onipresente e onipotente? Faria este poder diferença uma vez que já fora perdida uma vida? Faria diferença para que se percam mais duas ou três vidas? Penso que na busca da 'notícia quente' há que se preocupar com as questões éticas envolvidas quanto à repercussão da mesma, mesmo sendo parte da indústria do espetáculo, mesmo se preocupando com a relação entre tiragem e venda dos exemplares do jornal. Quem poderia prometer a esse casal mais do que eles acreditam terem assegurado para sua filha Juliana? A transfusão é infalível? Pelo que sei há mais de 30 fatores de rejeição sanguínea. Já se pensou, ou se pesou na balança da justiça quem, por aceitar transfusão, em caso de rejeição, causou a morte dos filhos? Quem de nós é apto a julgar essa causa. Será que alguém se arrisca a atirar a primeira pedra, ou estamos todos preocupados com nossos 'telhados de vidro'.
Acrescento ao meu questionamento, com o máximo respeito a opinião de um emérito colega:
"O que não podemos deixar de mencionar sem sombra de duvida é o conceito de José Afonso da Silva sobre a questão. "A religião não é apenas sentimento sagrado puro. Não se realiza na simples contemplação do ente sagrado, não é simples adoração a deus. Ao contrário, ao lado de um corpo de doutrina, sua característica básica se exterioriza na pratica dos ritos, no culto com suas cerimônias, manifestações, reuniões, fidelidade aos hábitos, às tradições, na forma indicada pela religião escolhida". (José Afonso da silva. 2007 P 249) Ora uma vez que o estado legitima a livre manifestação das liturgias religiosas porque determinar que um pai, ao buscar tratamentos alternativos para o seu filho, estaria cometendo crime ainda mais com a presença do dolo eventual. É preciso mencionar que as testemunhas de Jeová, não se opõem a tratamentos médicos. Nem crêem em qualquer tipo de cura pela fé, nem a praticam. Alem dos mais os pais Testemunhas de Jeová não desejam que seus filhos se tornem mártires, pois desejam somente que os seus filhos tenham o melhor tratamento possível. Para corroborar com esse entendimento necessário se faz mencionarmos o comentário do DR. Richard K. Spence, professor de cirurgia e chefe do departamento de cirurgia vascular em Camden, Nova Jersey, EUA ao Jornal Americano de Medicina. "Em nossos tratos com pacientes testemunhas de Jeová, verificamos não serem diferentes de outros pacientes. Como grupo eles talvez sejam os consumidores (clientes) mais educados que o cirurgião poderia encontrar. Elas têm grande conhecimento, especialmente nas áreas de tratamentos alternativos". (Spence 2009. P. 1071.) Sendo assim, seria bom analisarmos se realmente a questão merece ser encarada como algo trivial, de grande ajuda, se mostra o julgamento realizado pela 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso no julgamento do Agravo de Instrumento n.º 22.395/2006. O tribunal reconheceu a necessidade de se respeitar o entendimento desse grupo religioso uma vez que suas convicções são tuteladas pelo nosso ordenamento"
Bladimiro Alexandre. Bacharelando em Direito pela Puc Minas.
Não há nada que se possa fazer a não ser esclarecer, porvocar o que os gregos chamava de A-LETHEIA, ou esclarecimento, somente mentes esclarecidas podem interpretar situações e textualidades, ou tramas, de forma esclarecida.
No post anterior: "Carta de um pai a seu filho.", eu citei a Bíblia e o nome de Deus, Jeová, pois reconheço isso racionalmente e tenho fé. (Salmos 83:18; Hebreus 11:1 e 6 - 11. In: Bíblia Sagrada: fonte de bençãos. revista e corrigida, João Ferreira de Almeida (trad). São Paulo: Soc. Bíblica do Brasil, 2007.)
No Final, quem bate o martelo é Deus, não o juíz!
Tribuna do Norte | Casal que não autorizou transfusão vai a júri
Não há nada que se possa fazer a não ser esclarecer, porvocar o que os gregos chamava de A-LETHEIA, ou esclarecimento, somente mentes esclarecidas podem interpretar situações e textualidades, ou tramas, de forma esclarecida.
No post anterior: "Carta de um pai a seu filho.", eu citei a Bíblia e o nome de Deus, Jeová, pois reconheço isso racionalmente e tenho fé. (Salmos 83:18; Hebreus 11:1 e 6 - 11. In: Bíblia Sagrada: fonte de bençãos. revista e corrigida, João Ferreira de Almeida (trad). São Paulo: Soc. Bíblica do Brasil, 2007.)
Felizes os pacíficos, porque serão chamados ‘filhos de Deus’.
Felizes os que têm sido perseguidos por causa da justiça, porque a eles pertence o reino dos céus.
Felizes sois quando vos vituperarem e perseguirem, e, mentindo,
disserem toda sorte de coisas iníquas contra vós, por minha causa.
Alegrai-vos e pulai de alegria, porque a vossa recompensa é grande nos céus; pois assim
perseguiram os profetas antes de vós.
Vós sois o sal da terra; mas, se o sal perder a sua força, como se lhe restabelecerá a sua salinidade?
Vós sois o sal da terra; mas, se o sal perder a sua força, como se lhe restabelecerá a sua salinidade?
Não presta mais para nada, senão para ser lançado fora, a fim de ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte.
Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte.
As pessoas acendem uma lâmpada e a colocam, não debaixo do cesto de medida, mas no
velador, e ela brilha sobre todos na casa.
Do mesmo modo, deixai brilhar a vossa luz perante os homens, para que vejam as vossas
obras excelentes e dêem glória ao vosso Pai, que está nos céus.
(Evangélio de Jesus segundo Mateus 5: 9-16. In: Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.
São Paulo: Watchtower, 1985.)
São Paulo: Watchtower, 1985.)
No Final, quem bate o martelo é Deus, não o juíz!
Tribuna do Norte | Casal que não autorizou transfusão vai a júri
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sábado, 20 de novembro de 2010
"Tire o seu piercing do caminho que eu quero passar com a minha dor."
Piercing Zeca Baleiro.tire o seu piercing do caminho que eu quero passar com a minha dor 2X pra elevar minhas idéias não preciso de incenso eu existo porque penso tenso por isso insisto são sete as chagas de cristo são muitos os meus pecados satanás condecorado na tv tem um programa nunca mais a velha chama nunca mais o céu do lado disneylândia eldorado vamos nós dançar na lama bye bye adeus gene kelly como santo me revele como sinto como passo carne viva atrás da pele aqui vive-se à mingua não tenho papas na língua não trago padres na alma minha pátria é minha íngua me conheço como a palma da platéia calorosa eu vi o calo na rosa eu vi a ferida aberta eu tenho a palavra certa pra doutor não reclamar mas a minha mente boquiaberta precisa mesmo deserta aprender aprender a soletrar Refrão não me diga que me ama não me queira não me afague sentimento pegue e pague emoção compre em tablete mastigue como chiclete jogue fora na sarjeta compre um lote do futuro cheque para trinta dias nosso plano de seguro cobre a sua carência eu perdi o paraíso mas ganhei inteligência demência felicidade propriedade privada não se prive não se prove dont't tell me peace and love tome logo um engov pra curar sua ressaca da modernidade essa armadilha matilha de cães raivosos e assustados o presente não devolve o troco do passado sofrimento não é amargura tristeza não é pecado - lugar de ser feliz não é supermercado Refrão o inferno é escuro não tem água encanada não tem porta não tem muro não tem porteiro na entrada e o céu será divino confortável condomínio com anjos cantando hosanas nas alturas onde tudo é nobre e tudo tem nome onde os cães só latem pra enxotar a fome todo mundo quer quer quer subir na vida se subir ladeira espere a descida se na hora "h"o elevador parar no vigésimo quinto andar der aquele enguiço - sempre vai haver uma escada de serviço Refrão todo mundo sabe tudo todo mundo fala mas a língua do mudo ninguém quer estudá-la quem não quer suar camisa não carrega mala revólver que ninguém usa não dispara bala casa grande faz fuxico quem leva fama é a senzala pra chegar na minha cama tem que passar pela sala quem não sabe dá bandeira quem sabe que sabia cala liga aí porta-bandeira não é mestre-sala e não se fala mais nisso mas nisso não se fala Refrão
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Quem ganhará a corrida Aquiles ou a Tartaruga?
Fotografia de Sérgio Laviann - Vanitas 1- Série Imagem Encontrada - 22/10/2008
De que valem as coisas materiais se o que se impõe sobre todos é a mesma natureza? Quem ganhará a corrida Aquiles ou a Tartaruga? Na velocidade do cotidiano hipermidiático estamos todos sentados e ociosos, como a vespa na teia. Eu, Você. Você, Eu. Entre nós uma máquina, algo friamente calculado para distanciar. Eu de Você. Você de Mim. Quem se aproxima por estes meios? Estamos presos como um "ai" na boca de um mudo. Lembra-te que és pó! Escuto Chopin enquanto escrevo, sinto o cheiro de café coado que vem da cozinha, minha perna treme incessantemente. Sei que estou preso como as telas ao teclado. Vanitas, vanitatum, et omnia vanitas. Que tipo de pó?
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
Viva o Morto e morte ao Vivo: Vanitas vanitatum, et omnia vanitas
Vanitas Still-Life by CLAESZ., Pieter
Já perceberam como as instituições de ensino parecem dar mais valor à morte do que à vida? Este pensamento adormeceu em minha cabeça hoje ao perceber que alunos que se acidentam ou adoecem valem menos do que os que morrem. Por exemplo se um aluno se envolver em um acidente de transito e sobreviver não terá suas faltas abonadas pois já tem direito aos 25% de faltas, mas se morrer pode ser que a direção libere todos os alunos da aula no referido dia. Se é um professor que morre então três dias de luto e sem aula, mas se um aluno está com seu filho na UTI ele não tem sequer um dia de licença.
Será que estou enlouquecendo ou o principio da dignidade humana passou a valer mais em caso de morte do que em caso de vida? Não estou questionando a validade das homenagens post mortem e sim o descaso com os vivos. Todos são iguais perante a Lei e o direito à vida, requer como condição a existência de vida. Por sua vez a dignidade nada vale a alguém que já não está vivo, pois além de seu nome e de sua imagem nada restará para reclamá-la. Não obstante, quando alguém ainda vivo se sente menos digno em relação a alguém que nem mesmo poderia requerer tal mérito, se sente, o primeiro, morto por constatar não merecê-lo.
Se estivéssemos nos tempos do sábio Rei Salomão talvez ele mandasse que matassem o sedento de igualdade para se sentir igual. Não para que o ato fosse realmente efetivado, mas para ver se algum cristão gritaria: "Não, dê ao homem a dignidade e o mérito que ele merece enquanto vivo, pois depois de morto tudo é vaidade!"
Em suas próprias palavras: “A maior das vaidades, a maior das vaidades! Tudo é vaidade!" (Eclesiástes 1:2.)
"Louvem os mortos oh tolos desprezíveis porque sereis os próximos, louvem os vivos oh sábios doutores e, vivos, ouvireis louvores em vossos nomes." (Jean Dart, 1845)
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Gagged in Brazil - Censura na Imprensa - Minas Anestesiada
O Analfabeto Político
Berthold Brecht
"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil
que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que
é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo."
http://www.youtube.com/watch?v=R4oKrj1R91g
Berthold Brecht
"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil
que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que
é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo."
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Contos Verdadeiros da Fantástica Villa de Queluz
Alunos de Mentira.
“Não há mais nada a contar...” disse certo escritor, porém, insisto que na pequena Queluz existem seres ainda menores que conseguem pisar com suas patas gigantescas espíritos nobres de professores dedicados à causa elevada do conhecimento. Estes seres que vez por outra se assemelham a Bonecos de verdade nem sequer delatam suas mentiras como o boneco de Gepeto. Não dão a conhecer suas reais intenções, pois que, se os olhos são os espelhos da alma, nestes as cavidades não foram preenchidas. São capazes de atos de deliberada malícia e nem parecem ter sido gerados em ventre qualquer, uma vez que, nem o ventre de uma meretriz os acolheria. Não se irritem, aqueles aos quais não me refiro: Alunos de verdade que esmeram conhecimento e agradecem com o olhar brilhante de sabedoria ao incansável esforço de seus carinhosos e dedicados mestres, quase paternais. Infelizmente cada vez mais escassos em detrimento dos primeiros estão os segundos em qualquer grau de ensino. Gremmilins, verdes de inveja. Diabretes cheios de ira. Orcs de brutalidade sacal. Quaisquer desses monstros almejam uma centelha do que conseguem estes Bonecos de mentira. Cada vez que observam passos tristes de um docente se afastarem de uma sala de aula em direção ao refúgio que se tornou a sala dos professores.
Uma hipótese se faz necessária a este ponto ao qual chegamos: a quem se deve a culpa de tal situação? Ao costume, cada vez mais corrente, de dizer que escola deve sozinha, sem a costumeira ajuda da família, educar e ‘tomar conta’ das crianças. Ao descaso das autoridades de todos os âmbitos no que diz respeito a esta mesma educação. Qual será o motivo de adoráveis bebês se tornarem brutais adultos que, apesar a da alcunha, continuam a se portar nos ambientes acadêmicos como babuínos que numa rápida evolução descobriram o capital e se julgam os ‘donos da bola’?
Espere; o que vejo de minha webcam é o rosto cansado de um professor que fora traído por sua vocação de doar-se. Sinto pesar em constatar que este, no dia de hoje somente encontrou-se com Alunos de mentira e estes o fizeram derramar sobre seus livros, amarelados pelo constante manuseio, as salgadas águas que seu soldo não é capaz de apagar. Logo depois ele começa a sorrir ao receber uma mensagem preocupada de algum Aluno de verdade, um sorriso entremeado de soluços do choro recente. Observo claramente a mudança e pergunto o que ocorre, ele com o rosto novamente iluminado responde: “acabaram de chutar para longe a pedra que encontrei no meu caminho”.
Jean Dart (Sérgio Laviann)
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Em quem eu vou votar?
E os indicados para melhor personagem de terror são:

Ahhhhhhhhhhhhhhhrrrrrrrrrrrrrrrr!!!
Ainda bem que acordei desse pesadelo!

Ahhhhhhhhhhhhhhhrrrrrrrrrrrrrrrr!!!
Ainda bem que acordei desse pesadelo!
domingo, 12 de setembro de 2010
Afunda não Lafaiete!
Veja o texto já postado neste blog no link:
http://sergiolaviann.blogspot.com/2009/11/os-bun-hakus-ou-traduzindo-para-o-bom.html
http://sergiolaviann.blogspot.com/2009/11/os-bun-hakus-ou-traduzindo-para-o-bom.html
Anestesia Minas!
A Saúde de Minas está Anestesiada, será que dura mais 4 anos? Só assim pra aguentar!
(Foto: Divulgação)
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Contos verdadeiros da fantástica Villa de Queluz
http://fudeus.wordpress.com/2006/11/07/so-inri-salva/
Mais santo que Jesus Cristo, ou Quase J.C., ou Q.J.C.
Cantai um cântico de louvor a essa criatura, pois com toda a certeza ela o merece. Não pretendo aqui criar mais uma nova religião, embora ache até um negocio bastante lucrativo minha consciência ética não ficaria muda diante de mim.
Porém desde pequeno Q.J.C. manteve calculadamente sua consciência enclausurada dentro do ministério ao qual lia ajudando o santo ofício de um padre que chamaremos aqui, não para ionizar, longe de mim, de Padre Judas. Pois que tal menino é que deveria ter sido batizado com tal nome, mas recebeu outro nome bíblico. Nada melhor que um nome bíblico para disfarçar uma natureza contraria à dos princípios do citado livro, ou livros.
Crescendo em um ambiente tão envolto pela ‘Santa Madre Igreja’ este menino se tornou um adolescente modelo que dizia querer ser padre para agradar à sua dedicada mãe e ao Padre Judas. O próprio sacerdote providenciou seu direcionamento ao local correto para a formação de um padre... o seminário logicamente. Longe de qualquer distração e tentação em Mariana - MG. Porém, mesmo neste lugar liberto das impurezas da carne; existia carne para se comer e dinheiro para se entesourar, pois a fé católica mantém suas origens e uma delas é o dizimo. Nosso então Pós-adolescente Q.J.C. amado por todos e investido da confiança de todo o seminário meteu-se... não... melhor... dignou-se tesoureiro do mesmo.
Não se arrancaram muitas folhas do calendário até que nosso herói percebesse que para lucrar nesta profissão — quero dizer santo ofício — ele necessitaria de muito tempo para que por designação divina, embora deus não seja parcial, hierarquicamente pudesse exercer suas habilidades caligráficas nos papéis oficiais sem que ninguém aquém do oceano pudesse elevar falange para criticar, sequer saber. Dentre as várias de suas virtudes não se encontrava a boa e velha paciência, tão necessária a Jô, e nosso Q.J.C. resolveu passar o carro adiante dos bois. Talvez pensasse ser tão abençoado que por milagre os tais bois empurrassem o carro... não obstante faltou-lhe fé e foi descoberto fazendo algo que lhe rendeu o retorno prematuro para nossa querida Queluz. Não respeitara o fato de que, “Não há padreco, por mais modesto que seja que não sonhe em ser papa um dia.” (Heinrich Heine, poeta e jornalista alemão do séc. XIX), pois antes é preciso no mínimo ser padre, no máximo ser europeu. E essas duas qualidades o rico Q.J.C. não possuía, ainda não possui.
Aqui chegando trouxe consigo somente sua luz deixando as trevas a cargo dos cuidados do preocupado Padre Judas.
Sua fama foi crescendo e o bom moço tornou-se reconhecido em toda a cidade como amante do conhecimento avesso a idéias novas, defensor ferrenho do ensino de línguas mortas nas escolas, tanto que, segundo alguns, mostrava ser parte de seu Don profético. Pois não é que o pontífice atual desenterrou o latim e retornou-o à sagração da missa. Sem o nosso herói quem é que na pequena Queluz entenderia o que se sagrava? Pois então cantai um cântico de louvor a essa ‘abençoada’ criatura de deus. Profeta é claro. Para ser profeta não é preciso ser padre, apesar de extintos estarem os profetas, segundo 1 Coríntios 13:8-12. Quem sabe não se arranja um lugar para ele na vizinha Congonhas.
Por: Jean Dart (Sérgio Laviann)
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Tá cançado de se descabelar? Vote no palhaço!
- Pela C O N T I N U I D A D E vote no palhaço, pra que mudar seu voto? Vote em quem sempre votou.
- Agora sem máscaras, vote no palhaço.
- Vote em quem vai te tratar como gostaria de ser tratado.
- Vote naquele que vai te roubar rindo, vote no palhaço.
- Faça o que todos fazem, vote naquele com quem você se identifica, vote no palhaço.
- Quando todos os argumentos falharem dê uma risadinha e vote no palhaço.
- Para mostrar o que nosso país realmente é uma piada, vote no palhaço.
- Afinal quem melhor para entender você? Quem melhor para te representar?
- Depois de tantos anos sendo enganados finalmente temos um candidato honesto que diz que não sabe o que fazer.
- Uma coisa é certa, motivos de riso já não faltam na política brasileira a única diferença é que este candidato sabe que sabe que é palhaço.
- Não é um blog partidário, cavalo não tem chifres, não adianta procurar. O ser equino que tem chifre é o unicórnio e este só existe no âmbito da imaginação mítica (Para mais informações sobre imaginação perguntar ao Sr. Sartre).
- Qualquer que seja a crítica inteligente, mesmo que por acaso, eu vou publicar. O Tiriríca não é um ser real é um personagem. Um palhaço. Entendo sua candidatura como uma forma de rir com... por isso estou rindo com ele. É a mesma função que o 'Bobo da Corte' exercia na Idade Média, as vezes, par criticar o rei se passava por ele. Só o 'Bobo' poderia fazer isso e continuar com sua cabeça. Para Bakitin a comedia exerce um papel fundamental na sociedade estabelecendo o padrão do ridículo. Tiririca, acho que sem querer, está resgatando isso. Se for premeditado, mais méritos terá ele pelo feito. Ah, a propósito a inscrição do Tiririca é em São Paulo, quem vota fora deste estado pode até tentar votar nele mais vai votar em outro.
- Mais ridículo ainda é quem leva a sério uma piada. Já observou alguém que faz isso? Enquanto todos estão rindo o sujeito se preocupa. Todos estão em um processo de socialização o sujeito está em outro. Ele corre o sério risco de ficar por fora do senso crítico que pode ser formado, num processo destes, pode, até mesmo ficar aquém do que chamamos de consciência coletiva, se tornando um paria.
Este é apenas para esclarecer!
sábado, 28 de agosto de 2010
Os Excluidos
Deveras vos digo, que se Vitor Hugo estivesse vivo, hoje faria, sem esforço, de seu 'Os Miseráveis' um mero esboço, perto do que seria o seu 'Os Excluídos'.
Tal qual em sua época, hoje não lhe faltaria o argumento, tão necessário para esboçar de realidade farta o mais farto sofrimento.
O bem nascido o leria com lágrimas nos olhos, choraria, pela emulsão de sentimentos propostos, opostos ao seu dia-a-dia.
Já o argumento, personificado em ato, não teria nem mesmo com seu texto contato. Ao certo que em sua luta saberia, mais vale o pape, combustível, ao fogo para aquecer noites frias.
Tal qual em sua época, hoje não lhe faltaria o argumento, tão necessário para esboçar de realidade farta o mais farto sofrimento.
O bem nascido o leria com lágrimas nos olhos, choraria, pela emulsão de sentimentos propostos, opostos ao seu dia-a-dia.
Já o argumento, personificado em ato, não teria nem mesmo com seu texto contato. Ao certo que em sua luta saberia, mais vale o pape, combustível, ao fogo para aquecer noites frias.
Sérgio Laviann
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
QUE VERGONHA!
Honda City brasileiro é lançado no México com preço inicial de R$ 25.800 - Como é possível?
Notícia completa no site abaixo:
http://carplace.virgula.uol. com.br/honda-city-brasileiro- e-lancado-no-mexico-com-preco- inicial-de-r-25-800-como-e- possivel/
http://carplace.virgula.uol.
A Honda lança no México o novo City. O sedan brasileiro, produzido na fábrica da Honda localizada em Sumaré - SP, chega ao mercado mexicano com apenas duas importantes diferenças: a primeira é a intrega mais equipamentos desde a versão de entrada e a segunda é o preço equivalente a menos da metade do cobrado no Brasil.
No México, todas as versões são equipadas com freios à disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar condicionado além dos vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo que equipa a versão vendida no Brasil, ou seja, um 1.5 litro que entrega 116 cv de potência.
Por lá, a versão de entrada será oferecida por 197 mil pesos mexicanos, o que equivale a cerca de R$ 25.800. No Brasil, o City LX com câmbio manual (versão de entrada) que não conta com freios ABS, tem preço sugerido de R$ 56.210.
Mesmo lembrando que Brasil e México possuem um acordo comercial que isenta a cobrança de impostos de importação, fica a pergunta: Como é possível um carro fabricado no Brasil ser vendido, com lucro, por menos da metade do preço em outro país?
AQUI VOCÊ É O PALHAÇO!!!!!!!!!
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