Blog de interação e integração artista-público-artista. Opinião, Filosofia, Direito, Comunicação e Arte. Aberto a comentários com o objetivo de colher opiniões e trocar experiências.
Sejam muito bem vindos(as)!
Na Idade Média, o nome de Deus era razoavelmente bem conhecido na Europa. Esse nome, representado por quatro letras hebraicas chamadas de Tetragrama e em geral transliterado YHWH (ou JHVH), aparecia em moedas, em fachadas de casas, em muitos livros e Bíblias e até mesmo em algumas igrejas católicas e protestantes. No entanto, a tendência em tempos recentes tem sido excluir o nome de Deus das traduções da Bíblia e de outros usos. Uma indicação disso é a Carta às Conferências Episcopais sobre ‘O Nome de Deus’, de 29 de junho de 2008. Nessa Carta, a Igreja Católica Romana instruiu que o Tetragrama em suas variadas traduções devia ser substituído por “Senhor” e que o nome de Deus não deve ser usado em hinos e orações nos cultos católicos. E os líderes de outras religiões, da cristandade e de fora dela, também têm ocultado a identidade do Deus verdadeiro a milhões e milhões de adoradores. W11 15/1 1:6, 9
Dear Mr. President,
Come take a walk with me.
Let's pretend we're just two people and
You're not better than me.
I'd like to ask you some questions if we can speak honestly.
What do you feel when you see all the homeless on the street?
Who do you pray for at night before you go to sleep?
What do you feel when you look in the mirror?
Are you proud?
How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye
And tell me why?
Dear Mr. President,
Were you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
How can you say
No child is left behind?
We're not dumb and we're not blind.
They're all sitting in your cells
While you pave the road to hell.
What kind of father would take his own daughter's rights away?
And what kind of father might hate his own daughter if she were gay?
I can only imagine what the first lady has to say
You've come a long way from whiskey and cocaine.
How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye?
Let me tell you 'bout hard work
Minimum wage with a baby on the way
Let me tell you 'bout hard work
Rebuilding your house after the bombs took them away
Let me tell you 'bout hard work
Building a bed out of a cardboard box
Let me tell you 'bout hard work
Hard work
Hard work
You don't know nothing 'bout hard work
Hard work
Hard work
Oh
How do you sleep at night?
How do you walk with your head held high?
Dear Mr. President,
You'd never take a walk with me.
Would you?
Se eu fosse perguntar o que eu perguntaria?
Vejamos...
Onde vc eniou os Direitos humanos, Sr. Ex-Presidente?
O Sr. tem mãe Sr. E-x Presidente?
Já imaginou o porquê de tanto ódio?
Eu já...
Vc não sabe?
"Sabe, porém, isto, que nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar. Pois os homens serão amantes de si mesmos, amantes do dinheiro, pretensiosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, desleais, sem afeição natural, não dispostos a acordos, caluniadores, sem autodomínio, ferozes, sem amor à bondade, traidores, teimosos, enfunados [de orgulho], mais amantes de prazeres do que amantes de Deus, tendo uma forma de devoção piedosa, mostrando-se, porém, falsos para com o seu poder; e destes afasta-te." (2ª carta de Paulo a Timótio 3: 1-5)
Não é de admirar que...
"...homem tem dominado homem para seu prejuízo."
(Eclesiástes 8:9)
Pois assim como o rei Salomão eu também...
"Bem sei, ó Jeová, que não é do homem terreno o seu caminho.
Não é do homem que anda o dirigir o seu passo."
(Jeremias 10:23)
Já perceberam como as instituições de ensino parecem dar mais valor à morte do que à vida? Este pensamento adormeceu em minha cabeça hoje ao perceber que alunos que se acidentam ou adoecem valem menos do que os que morrem. Por exemplo se um aluno se envolver em um acidente de transito e sobreviver não terá suas faltas abonadas pois já tem direito aos 25% de faltas, mas se morrer pode ser que a direção libere todos os alunos da aula no referido dia. Se é um professor que morre então três dias de luto e sem aula, mas se um aluno está com seu filho na UTI ele não tem sequer um dia de licença.
Será que estou enlouquecendo ou o principio da dignidade humana passou a valer mais em caso de morte do que em caso de vida? Não estou questionando a validade das homenagens post mortem e sim o descaso com os vivos. Todos são iguais perante a Lei e o direito à vida, requer como condição a existência de vida. Por sua vez a dignidade nada vale a alguém que já não está vivo, pois além de seu nome e de sua imagem nada restará para reclamá-la. Não obstante, quando alguém ainda vivo se sente menos digno em relação a alguém que nem mesmo poderia requerer tal mérito, se sente, o primeiro, morto por constatar não merecê-lo.
Se estivéssemos nos tempos do sábio Rei Salomão talvez ele mandasse que matassem o sedento de igualdade para se sentir igual. Não para que o ato fosse realmente efetivado, mas para ver se algum cristão gritaria: "Não, dê ao homem a dignidade e o mérito que ele merece enquanto vivo, pois depois de morto tudo é vaidade!"
Em suas próprias palavras: “A maior das vaidades, a maior das vaidades! Tudo é vaidade!" (Eclesiástes 1:2.)
"Louvem os mortos oh tolos desprezíveis porque sereis os próximos, louvem os vivos oh sábios doutores e, vivos, ouvireis louvores em vossos nomes." (Jean Dart, 1845)
A despeito da palavra ‘Verdade’ e do conceito que a mesma carrega consigo se faz necessário o desenvolvimento de uma comparação justa, pois se se pode dizer ser a verdade a ausência da mentira e, pela lógica, a mentira a ausência da verdade; pode-se também buscar em qualquer contexto o parâmetro para explicá-las. A comparação justa acima citada será feita com base na distancia conceitual entre as duas por meio de dois exemplos: a relação entre a luz e a sobra no “Mito da Caverna” de Platão e a definição bíblica dessa mesma distancia contida no contraponto Jesus e Satanás.
Relembrando o mito descrito por Platão; a realidade apreensível pelas pessoas que estavam no interior da caverna era composta por sombras do que havia em seu exterior. Era necessária uma intervenção reveladora para que essa realidade sofresse uma alteração. Tal intervenção foi o som vindo do exterior. Na acepção bíblica existe o mesmo ponto, se observados os evangelhos, entre a figura de Jesus e a de Satanás.
É preciso antes de mais lembrar as palavras que se configuram o cerne do assunto aqui apresentado: verdade e mentira. A palavra verdade de origem grega significa revelação, esclarecimento, dês-ocultação. Em contraste temos a mentira que vem, a ser uma maquinação da mente. O evangélio de João 14:6 trás Jesus como “o caminho a verdade e a vida”, pois “A lei foi dada por intermédio de Moisés, a benignidade imerecida e a verdade vieram à existência por intermédio de Jesus Cristo” segundo o apóstolo João em João 1:17. Este último texto refere-se às mudanças implementadas na lei por Jesus sob a égide do novo conceito de amor que ele mesmo trouxe à tona.
Em contraposição ao papel exercido por Jesus, na liturgia bíblica, está o de Satanás “Esse foi um homicida quando começou, e não permaneceu firme na verdade, porque não há nele verdade. Quando fala a mentira, fala segundo a sua própria disposição, porque é um mentiroso e o pai da [mentira].” Nota-se que satanás, desde o início, maquina processos de ocultação do que realmente estava posto por Jeová como realidade a ser respeitada. Tanto no caso de Adão e Eva quanto no de Jesus enquanto estava no ermo distorcendo de forma hábil as palavras da Lei divina na tentativa de aprisionar na mentira seus alvos.
Em comparação, em plena 5ª Revolução Industrial, Era Digital Analítica (segundo Ricardo Cappra), em que a ação disruptiva não mais se dará pela tecnologia, mas pela criatividade e inovação amparada por dados, a dualidade FAKE or TRUE continua a “assombrar” quais quer fatos do cotidiano. Temos que a verdade é associada ao esclarecimento e à luz e a mentira (ou falta de verdade) e associada ao obscurecimento e as trevas. Ora, se partirmos desse pressuposto deixamos de lado as tonalidades de claro e escuro que permeiam todos nós. Então cabe acrescentar que existem vários pontos de vista acerca do que é verdade, conforme Leonardo Boff “todo ponto de vista, é a vista um ponto”.
Seria, portanto, impossível ao ser humano alcançar a verdade? Não a “Verdade Absoluta”, mas a porção deleitável da mesma? Confúcio disse: “Conhecer a verdade não é o mesmo que praticá-la e praticar a verdade não significa amá-la e deleitar-se com ela”. Para montar o quebra-cabeças da Verdade seria necessário indivíduos: neutros, conhecedores de todos os pontos de vista, que praticassem um exercício hermenêutico de observação ou leitura dos dados e que amassem profundamente a ideia de Verdade. Seria isso possível?
Depois disso alguém perguntaria... Quem escolherá os indivíduos e politizaria o processo, pior traria o conceito e ideologia para o processo, obscurecendo-o. Temos que esse é o problema da atualidade que não permite que as pessoas enxerguem a porção possível da Verdade. Não queremos enxergá-la. A dor semelhante à de que passou um tempo grande no escuro e vê o primeiro feixe de luz é maior do que nosso desejo pela luz. Esquecemo-nos de que todo crescimento envolve dor e que essa dor é um preço pequeno a se pagar para se deleitar na Verdade, mãe da Justiça, da Liberdade, da Dignidade e da Equidade.