Blog de interação e integração artista-público-artista. Opinião, Filosofia, Direito, Comunicação e Arte. Aberto a comentários com o objetivo de colher opiniões e trocar experiências.
Sejam muito bem vindos(as)!
Deveras vos digo, que se Vitor Hugo estivesse vivo, hoje faria, sem esforço, de seu 'Os Miseráveis' um mero esboço, perto do que seria o seu 'Os Excluídos'.
Tal qual em sua época, hoje não lhe faltaria o argumento, tão necessário para esboçar de realidade farta o mais farto sofrimento.
O bem nascido o leria com lágrimas nos olhos, choraria, pela emulsão de sentimentos propostos, opostos ao seu dia-a-dia.
Já o argumento, personificado em ato, não teria nem mesmo com seu texto contato. Ao certo que em sua luta saberia, mais vale o pape, combustível, ao fogo para aquecer noites frias.
Desculpem a demora em voltar a publicar, mas em ano de Copa do mundo o ano só começa depois que o Brasil acorda.
Daí não adianta muito escrever antes que isso aconteça.
Eu esperei o quanto deu mais desisti de aguardar esse povo que dorme "tão lindo" acordar.
Então ai vai ...
Espero que o tempo não tenha aumentado minha acidez... Ops! Aumentou.
Enquanto nós pobres mortais ficamos alienados ao "caso do Bruno", o que acontece por trás dos panos é aterrador e se não ficarmos espertos teremos mais quatro anos de tormento. Não... Eu não tô falando de futebol, ôh lesado! Tô falando de política.
Ninguém sabe, mas enquanto estamos "distraídos" os nossos "representantes" representam os seus próprios interesses e não os nossos.
Mas não foi para representar nossos interesses que eles foram eleitos?
Atenção seu voto não muda nada. Para se eleger um candidato precisa de empenhar vários favores que serão cobrados e pagos com o seu dinheiro (impostos) depois.
É por isso que meu conselho é... CENSURADO...
O caso Bruno mostra uma reviravolta pois o menor "J" mudou seu depoimento inicial...................................................................................................................................................................................................>
A despeito da palavra ‘Verdade’ e do conceito que a mesma carrega consigo se faz necessário o desenvolvimento de uma comparação justa, pois se se pode dizer ser a verdade a ausência da mentira e, pela lógica, a mentira a ausência da verdade; pode-se também buscar em qualquer contexto o parâmetro para explicá-las. A comparação justa acima citada será feita com base na distancia conceitual entre as duas por meio de dois exemplos: a relação entre a luz e a sobra no “Mito da Caverna” de Platão e a definição bíblica dessa mesma distancia contida no contraponto Jesus e Satanás.
Relembrando o mito descrito por Platão; a realidade apreensível pelas pessoas que estavam no interior da caverna era composta por sombras do que havia em seu exterior. Era necessária uma intervenção reveladora para que essa realidade sofresse uma alteração. Tal intervenção foi o som vindo do exterior. Na acepção bíblica existe o mesmo ponto, se observados os evangelhos, entre a figura de Jesus e a de Satanás.
É preciso antes de mais lembrar as palavras que se configuram o cerne do assunto aqui apresentado: verdade e mentira. A palavra verdade de origem grega significa revelação, esclarecimento, dês-ocultação. Em contraste temos a mentira que vem, a ser uma maquinação da mente. O evangélio de João 14:6 trás Jesus como “o caminho a verdade e a vida”, pois “A lei foi dada por intermédio de Moisés, a benignidade imerecida e a verdade vieram à existência por intermédio de Jesus Cristo” segundo o apóstolo João em João 1:17. Este último texto refere-se às mudanças implementadas na lei por Jesus sob a égide do novo conceito de amor que ele mesmo trouxe à tona.
Em contraposição ao papel exercido por Jesus, na liturgia bíblica, está o de Satanás “Esse foi um homicida quando começou, e não permaneceu firme na verdade, porque não há nele verdade. Quando fala a mentira, fala segundo a sua própria disposição, porque é um mentiroso e o pai da [mentira].” Nota-se que satanás, desde o início, maquina processos de ocultação do que realmente estava posto por Jeová como realidade a ser respeitada. Tanto no caso de Adão e Eva quanto no de Jesus enquanto estava no ermo distorcendo de forma hábil as palavras da Lei divina na tentativa de aprisionar na mentira seus alvos.
Em comparação, em plena 5ª Revolução Industrial, Era Digital Analítica (segundo Ricardo Cappra), em que a ação disruptiva não mais se dará pela tecnologia, mas pela criatividade e inovação amparada por dados, a dualidade FAKE or TRUE continua a “assombrar” quais quer fatos do cotidiano. Temos que a verdade é associada ao esclarecimento e à luz e a mentira (ou falta de verdade) e associada ao obscurecimento e as trevas. Ora, se partirmos desse pressuposto deixamos de lado as tonalidades de claro e escuro que permeiam todos nós. Então cabe acrescentar que existem vários pontos de vista acerca do que é verdade, conforme Leonardo Boff “todo ponto de vista, é a vista um ponto”.
Seria, portanto, impossível ao ser humano alcançar a verdade? Não a “Verdade Absoluta”, mas a porção deleitável da mesma? Confúcio disse: “Conhecer a verdade não é o mesmo que praticá-la e praticar a verdade não significa amá-la e deleitar-se com ela”. Para montar o quebra-cabeças da Verdade seria necessário indivíduos: neutros, conhecedores de todos os pontos de vista, que praticassem um exercício hermenêutico de observação ou leitura dos dados e que amassem profundamente a ideia de Verdade. Seria isso possível?
Depois disso alguém perguntaria... Quem escolherá os indivíduos e politizaria o processo, pior traria o conceito e ideologia para o processo, obscurecendo-o. Temos que esse é o problema da atualidade que não permite que as pessoas enxerguem a porção possível da Verdade. Não queremos enxergá-la. A dor semelhante à de que passou um tempo grande no escuro e vê o primeiro feixe de luz é maior do que nosso desejo pela luz. Esquecemo-nos de que todo crescimento envolve dor e que essa dor é um preço pequeno a se pagar para se deleitar na Verdade, mãe da Justiça, da Liberdade, da Dignidade e da Equidade.
A Honda lança no México o novo City. O sedan brasileiro, produzido na fábrica da Honda localizada em Sumaré - SP, chega ao mercado mexicano com apenas duas importantes diferenças: a primeira é a intrega mais equipamentos desde a versão de entrada e a segunda é o preço equivalente a menos da metade do cobrado no Brasil.
No México, todas as versões são equipadas com freios à disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar condicionado além dos vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo que equipa a versão vendida no Brasil, ou seja, um 1.5 litro que entrega 116 cv de potência.
Por lá, a versão de entrada será oferecida por 197 mil pesos mexicanos, o que equivale a cerca de R$ 25.800. No Brasil, o City LX com câmbio manual (versão de entrada) que não conta com freios ABS, tem preço sugerido de R$ 56.210.
Mesmo lembrando que Brasil e México possuem um acordo comercial que isenta a cobrança de impostos de importação, fica a pergunta: Como é possível um carro fabricado no Brasil ser vendido, com lucro, por menos da metade do preço em outro país?
Ontem me surpreendi com uma cena digna de um filme "D" holywoodiano bem no centro da Pequena Villa de Queluz, várias viaturas da polícia militar chegavam sem cessar com um contingente de soldados de dar inveja ao "7 de setembro" de muitas cidades vizinhas.
Neste momento, confesso,fiquei um tanto preocupado, pois tal movimentação sugeria um algo de terrível. Com toda essa falácia de terrorismo pensei no nosso governo neo-libestaratinal (não está errado gosto mesmo de inventar termos para o que não entendo) e passou pela minha cabeça que houvesse ocorrido algum atentado de grandes proporções. O fato é que a Av. Telésforo quase parou próximo à rodoviária no sentido do viaduto, em parte pela ocupação das viaturas, em parte pela curiosidade dos transeuntes e motoristas.
Tomei certa coragem e me aproximei e ao me aproximar procurando uma dezena de terroristas não consegui encontra mais de um. O 'meliante' já estava dominado no banco de trás de uma das viaturas que mesmo assim não paravam de chegar. Intrigado perguntei a um dos três jornalistas presentes o que havia acontecido. Eu suspeitava de um homem-bomba que fora dominado por nossa extremamente competente polícia. Porém fui informado que se tratava de um simples sujeito comum que avançara o sinal e, parado em abordagem policial, desacatou, não sei como, um dos eméritos homens da lei ali presentes desencadeando a revolta de seus pares.
A essa altura eu já havia tirado algumas fotografias com meu celular.
Longe de mim, que sou um cidadão preocupado com o cumprimento da Lei, fazer apologia ao crime de se ultrapassar um sinal vermelho. Preocupo-me com questões mais profundas tais como os extremismos religiosos que levam alguém a acreditar que está se salvando por matar outras pessoas e a si mesmo em um ato de barbárie.
Falando em barbárie e exagero fico intrigado com o que os honrosos homens da lei escreveram no boletim de ocorrência para justificar tamanha movimentação. Oro para que sejam compreendidos e para que naquele momento não tenha ocorrido nada de mais grave em toda a cidade.
Tá com um problema? O Kako te ajuda.
É só postar como comentário e ele responde.
Mas se quiser privacidade avise.
Pois o Kako publica se vc não avisar.
Parabéns à todos da Casa do Teatro em Lafaiete pela perseverança e pela dignidade com que tem enfrentado uma franca oposição ao meio de vida dos artistas em Lafaiete.
Muito Merecida a a monção de aplauso que a instituição receberá na quinta-feira dia 17 de dezembro
às 19h na Câmara Municipal.
E agora, JM?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, JM?
e agora, Você?
Você que tem nome,
que zomba dos outros,
Você que traz verbas,
que gasta, protesta?
e agora, JM?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem graça,
já não pode beber,
já não pode prometer,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o Aécio não veio,
o riso não veio,
não veio ninguém
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou
em Queluz nesta época,
e agora, JM?
E agora, JM?
seu doce bico,
seu instante de febre,
sua gula e gula,
sua colônia de açúcar,
sua lavra de votos,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio, - e agora?
Com a chave na mão
quer abrir o cofre,
não existe cofre;
quer viver em DF,
mas DF não te quer;
quer ir para Minas,
Minas não quer mais.
JM, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse,
a viola de Queluz,
se você acordasse,
se você caçasse,
aqueles secretários
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, JM!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
nem cem tucanos,
te salvariam.
sem parede nua
para se encostar,
sem carro importado
de mil cavalos,
você marcha, JM!
JM, para onde?
Os Bun Hakus, ou traduzindo para o bom português: os buracos da cidade.
Eles começam assim...
Veja como ficam por dentro...
Fotos: Fato Real
Sob os nossos pés existem mais coisas do que supõe nossa vã filosofia e em tantas ruas; na verdade nem tantas assim, mas em todas elas, pequena Vila de Queluz manifesta suas chagas nas quais diariamente solavancam-se as rodas dos automóveis de seus habitantes. Se for verdade que na morte o rico se igual ao pobre, também se refaz esta verdade nos Bun hakus. Não sendo possível evitar os seres dos quais falarei hoje, pelo menos na pequena Vila de Queluz, seria sensato conhecê-los não só na superfície, mas a fundo. Neste ponto é possível que alguém possa estar se perguntando “Será que este frances ficou maluco?” Asseguro que minha tese longe de se fundar na loucura, baseia-se em experiências empíricas de observação e coleta de dados reais. Vejamos! O que qualifica qualquer coisa como um ser? Melhor, o que diferencia os seres das demais coisas. Em primeiro lugar, segundo a ciência é a existência em si de vida. O que seria vida neste contexto a não ser a possibilidade de crescer e se reproduzir. Repito novamente que não estou insano, talvez esteja enganado! Cabe aqui uma conferência dos dados coletados. Os Bun hakus, traduzindo para o bom português, Os Buracos da cidade não crescem e se multiplicam? Ora isso realmente acontece! Será que estou ficando louco? Não cheguei a nenhuma conclusão, pois ainda não me detive na parte mais complicada de minha tese. Pretendo provar aqui que os Buracos da pequena Queluz não só são seres que crescem e se reproduzem (multiplicam, aumentam em número por suas próprias forças), mas também possuem consciência. “Ô francês danado sô...”, diriam num bom mineirês “...doido de pedra!” Será? Explicarei de forma bem simples o que quero dizer... O que se configuraria consciência, senão o fato de estar ciente de sua própria existência? Pois, além de ciente de sua existência eles também sabem que ficarão impunes mesmo causando, vez após vez, danos aos veículos da cidade. Sabem que ninguém fará nada contra eles. Como qualquer ser que se preze, os Buracos ganham mais consistência quando se aprofundam em autoconhecimento. A tendência destes seres é afundar a cidade inteira na busca de entender sua própria essência. Talvez fosse mais fácil buscá-la no semelhante ser que se tornou o ‘Cofre sem fundo’ que insiste em lançar para outras dimensões os recursos a serem usados no controle populacional dos Buracos, que se tornaram uma verdadeira praga. Podemos também pensar que o ‘Guardião do cofre sem fundo’ é um bondoso senhor que esta se esforçando para evitar um genocídio, já que os Buracos são seres conscientes. E que a constante e paliativa ação de ‘tapa buracos’ não resulta em nada além de dar aos Buracos o tempo e a proteção necessários para evoluírem com segurança. Neste caso é como se os responsáveis agissem como mães que cobrem seus filhos para o sono reparador de forças. Por isso se faz necessário aqui um conselho para os habitantes da pequena Vila de Queluz: Supliquem ao Guardião (ouvi dizer que ele gosta de suplicas) que deixe de fazer ‘Jardins rebaixados’ e cuide como deveria dos Buracos antes que a cidade se afunde nos mesmos e os jardins se tornem suspensos. Porém se não der certo sempre haverão noites sóbrias, tochas acesas, machados, foices, Picaretas e uma turba enfurecida para caçar seus monstros.
Não se enganem pelos cabelos brancos, elle não vem do Polo Norte, vem de Alagoas. O delle não é vermelho, é roxo. O pai delle já disparou, elle tá chagando lá. Família Bush é fichinha, eles tem contratos com os Laden, os Collor tem na conta próprio Satanás.
Segurem os seus bolsos, pois o Collor está voltando... e cuidado ele vai "quebrar tudo".
É realmente intrigante o fato de como a humanidade elege os animais a serem usados e os animais que devem ser preservados. Em um contexto de voraz consumismo e extrema preocupação com questões ambientais me pego pensando em como foi que chegamos, sim, nós humanos, à conclusão de que não é tão cruel se alimentar de galinhas quanto de araras. Tão pouco nos preocupamos com as vacas, sagradas na Índia, o quanto nos preocupamos com as baleias, muito apreciadas no Japão. Não quero aqui fazer juízos de valor entre questões ambientais e de consumo, até porque em meio a tantas vozes é bem provável que a minha se apague, e, neste caso, não valeria o esforço. O fato é que parece que escolhemos os animais a serem consumidos porque são de fácil manejo, ao contrário dos que queremos preservar, e cobramos posições de governos quanto à proibição da caça predatória deste.
Algumas perguntas: existe caça que não seja predatória? A vida de uma galinha deixa de ser vida perto da de uma arara pelo simples fato de que, a galinha, não voa e não é tão vistosa? Se o esforço logístico feito para reproduzir o ditos animais descartáveis fosse redirecionado para as espécies em extinção falariamos todos em extinção? Será que toda refeição merece uma Coca-cola? Será que toda Coca-cola merece uma refeição?
Não, eu não sou adepto e nem seguidor de nenhum grupo, não abraço árvores e coisas parecidas. e nem vegetariano eu sou. Sou apenas um apaixonado por questões melindrosas e suas repercussões. E antes que alguém levante uma bandeira lembre-se de que o cabo da bandeira, geralmente é de madeira, uma solução nada ecológica para tempos de aquecimento global. Lembrem-se que os resíduos das passeatas e atos dos grupos de proteção das espécies escolhidas não se evaporam no ar.
Entendam, são questões nas quais devemos pensar. Foi pensando nessas questões que escrevi este texto provocador e se neste momento meu caro leitor (minha cara leitora) você estiver comendo pense em todo o processo pelo qual este alimento passou para chegar a suas mãos e bom apetite!