terça-feira, 14 de setembro de 2010

Contos Verdadeiros da Fantástica Villa de Queluz

Alunos de Mentira.
http://www.oprah.com/omagazine/Pinocchio-by-Carlo-Collodi-Book-Review

“Não há mais nada a contar...” disse certo escritor, porém, insisto que na pequena Queluz existem seres ainda menores que conseguem pisar com suas patas gigantescas espíritos nobres de professores dedicados à causa elevada do conhecimento. Estes seres que vez por outra se assemelham a Bonecos de verdade nem sequer delatam suas mentiras como o boneco de Gepeto. Não dão a conhecer suas reais intenções, pois que, se os olhos são os espelhos da alma, nestes as cavidades não foram preenchidas. São capazes de atos de deliberada malícia e nem parecem ter sido gerados em ventre qualquer, uma vez que, nem o ventre de uma meretriz os acolheria. Não se irritem, aqueles aos quais não me refiro: Alunos de verdade que esmeram conhecimento e agradecem com o olhar brilhante de sabedoria ao incansável esforço de seus carinhosos e dedicados mestres, quase paternais. Infelizmente cada vez mais escassos em detrimento dos primeiros estão os segundos em qualquer grau de ensino. Gremmilins, verdes de inveja. Diabretes cheios de ira. Orcs de brutalidade sacal. Quaisquer desses monstros almejam uma centelha do que conseguem estes Bonecos de mentira. Cada vez que observam passos tristes de um docente se afastarem de uma sala de aula em direção ao refúgio que se tornou a sala dos professores.
Uma hipótese se faz necessária a este ponto ao qual chegamos: a quem se deve a culpa de tal situação? Ao costume, cada vez mais corrente, de dizer que escola deve sozinha, sem a costumeira ajuda da família, educar e ‘tomar conta’ das crianças. Ao descaso das autoridades de todos os âmbitos no que diz respeito a esta mesma educação. Qual será o motivo de adoráveis bebês se tornarem brutais adultos que, apesar a da alcunha, continuam a se portar nos ambientes acadêmicos como babuínos que numa rápida evolução descobriram o capital e se julgam os ‘donos da bola’?
Espere; o que vejo de minha webcam é o rosto cansado de um professor que fora traído por sua vocação de doar-se. Sinto pesar em constatar que este, no dia de hoje somente encontrou-se com Alunos de mentira e estes o fizeram derramar sobre seus livros, amarelados pelo constante manuseio, as salgadas águas que seu soldo não é capaz de apagar. Logo depois ele começa a sorrir ao receber uma mensagem preocupada de algum Aluno de verdade, um sorriso entremeado de soluços do choro recente. Observo claramente a mudança e pergunto o que ocorre, ele com o rosto novamente iluminado responde: “acabaram de chutar para longe a pedra que encontrei no meu caminho”.


Cena de espetáculo do Grupo Giramundo 
http://pluralblog.blogspot.com/2007_10_01_archive.html


Jean Dart (Sérgio Laviann)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Em quem eu vou votar?

E os indicados para melhor personagem de terror são:



Ahhhhhhhhhhhhhhhrrrrrrrrrrrrrrrr!!!
Ainda bem que acordei desse pesadelo!

domingo, 12 de setembro de 2010

Afunda não Lafaiete!

 

Anestesia Minas!

A Saúde de Minas está  Anestesiada, será que dura  mais 4 anos? Só assim  pra aguentar!


(Foto: Divulgação)

Autorretrato

Desenho automático de Sérgio Laviann 2005

Homenagem a Umberto Boccioni - O caminhante se move ou o segundo passo.

Desenho de Sérgio Laviann - grafite em papel verge - 2008

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Você tem o olho maior do que a boca?


Contos verdadeiros da fantástica Villa de Queluz

http://fudeus.wordpress.com/2006/11/07/so-inri-salva/

Mais santo que Jesus Cristo, ou Quase J.C., ou Q.J.C.

Cantai um cântico de louvor a essa criatura, pois com toda a certeza ela o merece. Não pretendo aqui criar mais uma nova religião, embora ache até um negocio bastante lucrativo minha consciência ética não ficaria muda diante de mim.
Porém desde pequeno Q.J.C. manteve calculadamente sua consciência enclausurada dentro do ministério ao qual lia ajudando o santo ofício de um padre que chamaremos aqui, não para ionizar, longe de mim, de Padre Judas. Pois que tal menino é que deveria ter sido batizado com tal nome, mas recebeu outro nome bíblico. Nada melhor que um nome bíblico para disfarçar uma natureza contraria à dos princípios do citado livro, ou livros.
Crescendo em um ambiente tão envolto pela ‘Santa Madre Igreja’ este menino se tornou um adolescente modelo que dizia querer ser padre para agradar à sua dedicada mãe e ao Padre Judas. O próprio sacerdote providenciou seu direcionamento ao local correto para a formação de um padre... o seminário logicamente. Longe de qualquer distração e tentação em Mariana - MG. Porém, mesmo neste lugar liberto das impurezas da carne; existia carne para se comer e dinheiro para se entesourar, pois a fé católica mantém suas origens e uma delas é o dizimo. Nosso então Pós-adolescente Q.J.C. amado por todos e investido da confiança de todo o seminário meteu-se... não... melhor... dignou-se tesoureiro do mesmo.
Não se arrancaram muitas folhas do calendário até que nosso herói percebesse que para lucrar nesta profissão — quero dizer santo ofício — ele necessitaria de muito tempo para que por designação divina, embora deus não seja parcial, hierarquicamente pudesse exercer suas habilidades caligráficas nos papéis oficiais sem que ninguém aquém do oceano pudesse elevar falange para criticar, sequer saber. Dentre as várias de suas virtudes não se encontrava a boa e velha paciência, tão necessária a Jô, e nosso Q.J.C. resolveu passar o carro adiante dos bois. Talvez pensasse ser tão abençoado que por milagre os tais bois empurrassem o carro... não obstante faltou-lhe fé e foi descoberto fazendo algo que lhe rendeu o retorno prematuro para nossa querida Queluz. Não respeitara o fato de que, “Não há padreco, por mais modesto que seja que não sonhe em ser papa um dia.” (Heinrich Heine, poeta e jornalista alemão do séc. XIX), pois antes é preciso no mínimo ser padre, no máximo ser europeu. E essas duas qualidades o rico Q.J.C. não possuía, ainda não possui.
Aqui chegando trouxe consigo somente sua luz deixando as trevas a cargo dos cuidados do preocupado Padre Judas.
Sua fama foi crescendo e o bom moço tornou-se reconhecido em toda a cidade como amante do conhecimento avesso a idéias novas, defensor ferrenho do ensino de línguas mortas nas escolas, tanto que, segundo alguns, mostrava ser parte de seu Don profético. Pois não é que o pontífice atual desenterrou o latim e retornou-o à sagração da missa. Sem o nosso herói quem é que na pequena Queluz entenderia o que se sagrava? Pois então cantai um cântico de louvor a essa ‘abençoada’ criatura de deus. Profeta é claro. Para ser profeta não é preciso ser padre, apesar de extintos estarem os profetas, segundo 1 Coríntios 13:8-12. Quem sabe não se arranja um lugar para ele na vizinha Congonhas.
Por: Jean Dart (Sérgio Laviann)

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Apenas hoje.


diegofloreio.wordpress.com


Apenas hoje faça uma reflexão de como as coisas andam.
Apenas hoje não seja egoista em suas relações.
Apenas hoje fale de alguém que ama sem parecer que é sua propriedade.
Apenas hoje reflita sobre quem você deveria ser.
Apenas hoje faça com que os planos saiam do papel.
Apenas hoje tire férias da estupidez.
Apenas hoje se esforce para dizer mais vezes nós do que eu.
Apenas hoje plante uma semente de paz em terreno fértil.
Apenas hoje emocione-se com as coisas mais simples.
Apenas hoje trate melhor seu semelhante.
Apenas hoje invista na bondade.
Apenas hoje faça o seu melhor.
Apenas hoje decida evoluir como ser humano.
Apenas hoje deixe a raiva de lado.
Apenas hoje leia um texto da Bíblia e medite.
Apenas hoje converse com Deus no idioma Dele: a Fé.
Apenas hoje dê valor a cada pequeno momento e felicidade que já viveu.
Apenas hoje saiba que sabe que sabe.
Apenas hoje determine o hoje como algo que nunca deixará de ser sempre.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Contos Verdadeiros da Fantástica Villa de Queluz:

 O enterro do Bem Amado.

 Eu ia escrever, mas uma imagem vale mais do que mil palavras!



http://www.urra.com.br/2009/08/03/enterro-cheio-de-graca/

Fica frio, não é com Você!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Homenagem a Modigliani #1




 
 de Sérgio Laviann - Desenho releitura de - Papel verge grafite em - 2008

quarta-feira, 1 de setembro de 2010



Tá cançado de se descabelar? Vote no palhaço!

  • Pela  C O N T I N U I D A D E  vote no palhaço, pra que mudar seu voto? Vote em quem sempre votou.
  • Agora sem máscaras, vote no palhaço.
  • Vote em quem vai te tratar como gostaria de ser tratado.
  • Vote naquele que vai te roubar rindo, vote no palhaço.
  • Faça o que todos fazem, vote naquele com quem você se identifica, vote no palhaço.
  • Quando todos os argumentos falharem dê uma risadinha e vote no palhaço.
  • Para mostrar o que nosso país realmente é uma piada, vote no palhaço.
  • Afinal quem melhor para entender você? Quem melhor para te representar?
  • Depois de tantos anos sendo enganados finalmente temos um candidato honesto que diz que não sabe o que fazer.
  • Uma coisa é certa, motivos de riso já não faltam na política brasileira a única diferença é que este candidato sabe que sabe que é palhaço.
 Esclarecimentos à respeito do conteúdo deste Blog:

  1. Não é um blog partidário, cavalo não tem chifres, não adianta procurar. O ser equino que tem chifre é o unicórnio e este só existe no âmbito da imaginação mítica (Para mais informações sobre imaginação perguntar ao Sr. Sartre).
  2. Qualquer que seja a crítica inteligente, mesmo que por acaso, eu vou publicar. O Tiriríca não é um ser real é um personagem. Um palhaço. Entendo sua candidatura como uma forma de rir com... por isso estou rindo com ele. É a mesma função que o 'Bobo da Corte' exercia na Idade Média, as vezes, par criticar o rei se passava por ele. Só o 'Bobo' poderia fazer isso e continuar com sua cabeça. Para Bakitin a comedia exerce um papel fundamental na sociedade estabelecendo o padrão do ridículo. Tiririca, acho que sem querer, está resgatando isso. Se for premeditado, mais méritos terá ele pelo feito. Ah, a propósito a inscrição do Tiririca é em São Paulo, quem vota fora deste estado pode até tentar votar nele mais vai votar em outro.
  3. Mais ridículo ainda é quem leva a sério uma piada. Já observou alguém que faz isso? Enquanto todos estão rindo o sujeito se preocupa. Todos estão em um processo de socialização o sujeito está em outro. Ele corre o sério risco de ficar por fora do senso crítico que pode ser formado, num processo destes, pode, até mesmo ficar aquém do que chamamos de consciência coletiva, se tornando um paria.

Este é apenas para esclarecer!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Folha Tinta




Pensava em escrever
Algum texto sentimental
Achava que deveria ter
Algo, uma pitada de sal


Tempero para a alma
É o verso, pensei
A alguns traz fama
Outros levam à forca do rei


Então, ainda não tens
Nada de escrito, para variar?
Assim perco mais um de meus bens
Só resta ao vinho me entregar


Da garrafa tiro a rolha
Sinto o cheiro que inebria
Ai estás, de novo, folha
Tingida de tinta sombria


Esse gosto que sinto
Doce e da melhor safra
Mas não provei do vinho tinto
Esse gozo, ocre, me mata.


17-08-2000
Sérgio Laviann Drumond.

sábado, 28 de agosto de 2010

Suboniciência

Nankin e 2B em papel verge, de Sérgio Laviann.

Os Excluidos

     Deveras vos digo, que se Vitor Hugo estivesse vivo, hoje faria, sem esforço, de seu 'Os Miseráveis' um mero esboço, perto do que seria o seu 'Os Excluídos'.
      Tal qual em sua época, hoje não lhe faltaria o argumento, tão necessário para esboçar de realidade farta o mais farto sofrimento.
      O bem nascido o leria com lágrimas nos olhos, choraria, pela emulsão de sentimentos propostos, opostos ao seu dia-a-dia.
      Já o argumento, personificado em ato, não teria nem mesmo com seu texto contato. Ao certo que em sua luta saberia, mais vale o pape, combustível, ao fogo para aquecer noites frias. 

Sérgio Laviann

sábado, 31 de julho de 2010

Depois de um longo e tenebroso...

Desculpem a demora em voltar a publicar, mas em ano de Copa do mundo o ano só começa depois que o Brasil acorda.
Daí não adianta muito escrever antes que isso aconteça.
Eu esperei o quanto deu mais desisti de aguardar esse povo que dorme "tão lindo" acordar.
Então ai vai ...
Espero que o tempo não tenha aumentado minha acidez... Ops! Aumentou.
Enquanto nós pobres mortais ficamos alienados ao "caso do Bruno", o que acontece por trás dos panos é aterrador e se não ficarmos espertos teremos mais quatro anos de tormento. Não... Eu não tô falando de futebol, ôh lesado! Tô falando de política.
Ninguém sabe, mas enquanto estamos "distraídos" os nossos "representantes" representam os seus próprios interesses e não os nossos.
Mas não foi para representar nossos interesses que eles foram eleitos?

Atenção seu voto não muda nada. Para se eleger um candidato precisa de empenhar vários favores que serão cobrados e pagos com o seu dinheiro (impostos) depois.

É por isso que meu conselho é... CENSURADO...

O caso Bruno mostra uma reviravolta pois o menor "J" mudou seu depoimento inicial...................................................................................................................................................................................................>

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Amando o nada! (letra de música)


Estou triste
Neste Instante
Nao EXISTE
Mais Um Olhar Distante.

Olho Volta in
A PROCURAR
Mas nao nota
Nao Consigo encontrar

Alguém Vem
Me Beijar
Eu nao sou Ninguém
Sem PRA amar-me.

Nao Vou, Mais nao
Sofrer
Pensou
Só VOCÊ in.
Estou
Sem saber
Por sou ASSIM que?
O Que fazer?

Penso ir in
Pra Outro Lugar
Mais Nao Vou Sorrir
Toda VOLTAR AO Quinta.

Nao estou

Com Você
Meu Passou tempo
Sem eu perceber MESMO.

Indo Choro
A frustrada alma
Volto mentindo
Amando o nada!
  

2000/04/11.
Sérgio Drummond Laviann.

Considerações sobre a Verdade.


     
A despeito da palavra ‘Verdade’ e do conceito que a mesma carrega consigo se faz necessário o desenvolvimento de uma comparação justa, pois se se pode dizer ser a verdade a ausência da mentira e, pela lógica, a mentira a ausência da verdade; pode-se também buscar em qualquer contexto o parâmetro para explicá-las. A comparação justa acima citada será feita com base na distancia conceitual entre as duas por meio de dois exemplos: a  relação entre a luz e a sobra no “Mito da Caverna” de Platão e a definição bíblica dessa mesma distancia contida no contraponto Jesus e Satanás.
Relembrando o mito descrito por Platão; a realidade apreensível pelas pessoas que estavam no interior da caverna era composta por sombras do que havia em seu exterior. Era necessária uma intervenção reveladora para que essa realidade sofresse uma alteração. Tal intervenção foi o som vindo do exterior. Na acepção bíblica existe o mesmo ponto, se observados os evangelhos, entre a figura de Jesus e a de Satanás.

É preciso antes de mais lembrar as palavras que se configuram o cerne do assunto aqui apresentado: verdade e mentira. A palavra verdade de origem grega significa revelação, esclarecimento, dês-ocultação. Em contraste temos a mentira que vem, a ser uma maquinação da mente. O evangélio de João 14:6 trás Jesus como “o caminho a verdade e a vida”, pois “A lei foi dada por intermédio de Moisés, a benignidade imerecida e a verdade vieram à existência por intermédio de Jesus Cristo” segundo o apóstolo João em João 1:17. Este último texto refere-se às mudanças implementadas na lei por Jesus sob a égide do novo conceito de amor que ele mesmo trouxe à tona. 

Em  contraposição ao papel exercido por Jesus, na liturgia bíblica, está o de Satanás “Esse foi um homicida quando começou, e não permaneceu firme na verdade, porque não há nele verdade. Quando fala a mentira, fala segundo a sua própria disposição, porque é um mentiroso e o pai da [mentira].” Nota-se que satanás, desde o início, maquina processos de ocultação do que realmente estava posto por Jeová como realidade a ser respeitada. Tanto no caso de Adão e Eva quanto no de Jesus enquanto estava no ermo distorcendo de forma hábil as palavras da Lei divina na tentativa de aprisionar na mentira seus alvos.

Em comparação, em plena 5ª Revolução Industrial, Era Digital Analítica (segundo Ricardo Cappra), em que a ação disruptiva não mais se dará pela tecnologia, mas pela criatividade e inovação amparada por dados, a dualidade FAKE or TRUE continua a “assombrar” quais quer fatos do cotidiano. Temos que a verdade é associada ao esclarecimento e à luz e a mentira (ou falta de verdade) e associada ao obscurecimento e as trevas. Ora, se partirmos desse pressuposto deixamos de lado as tonalidades de claro e escuro que permeiam todos nós. Então cabe acrescentar que existem vários pontos de vista acerca do que é verdade, conforme Leonardo Boff “todo ponto de vista, é a vista um ponto”.

Seria, portanto, impossível ao ser humano alcançar a verdade? Não a “Verdade Absoluta”, mas a porção deleitável da mesma? Confúcio disse: “Conhecer a verdade não é o mesmo que praticá-la e praticar a verdade não significa amá-la e deleitar-se com ela”. Para montar o quebra-cabeças da Verdade seria necessário indivíduos: neutros, conhecedores de todos os pontos de vista, que praticassem um exercício hermenêutico de observação ou leitura dos dados e que amassem profundamente a ideia de Verdade. Seria isso possível?

Depois disso alguém perguntaria... Quem escolherá os indivíduos e politizaria o processo, pior traria o conceito e ideologia para o processo, obscurecendo-o. Temos que esse é o problema da atualidade que não permite que as pessoas enxerguem a porção possível da Verdade. Não queremos enxergá-la. A dor semelhante à de que passou um tempo grande no escuro e vê o primeiro feixe de luz é maior do que nosso desejo pela luz. Esquecemo-nos de que todo crescimento envolve dor e que essa dor é um preço pequeno a se pagar para se deleitar na Verdade, mãe da Justiça, da Liberdade, da Dignidade e da Equidade.
Por: Sérgio Laviann

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