Blog de interação e integração artista-público-artista. Opinião, Filosofia, Direito, Comunicação e Arte. Aberto a comentários com o objetivo de colher opiniões e trocar experiências.
Sejam muito bem vindos(as)!
Agora que vcs já sabem como fazer a tinta vamos pintar como os "artistas das cavernas"?
Material:
1 folha de papel panamá (cor creme) esse material pode ser comprado por quatro alunos e dividido na papelaria pra reduzir o custo, o Trabalho é individual.
Carvão (preto)
Colorau vermelho (urucum)
Colorau amarelo (açafrão)
Café (marrom)
Claras de ovos ou Óleo de cozinha
Cola branca liquida.
Para fazer o trabalho é só se inspirar em qualquer pintura rupestre que vcs acharem na internet
Não se esqueçam de limpar a bagunça depois de fazer o trabalho!
Primeira aula para 8°s e 9°s anos. Olá queridos alunos! Esta foi nossa primeira aula, se achou que a imagem está pequena é só clicar nela que abre em outra tela, ok?! Quaisquer dúvidas podem mandar como comentários neste post.
Aula do Prof. Sérgio Viana no Município de Congonhas semana de 01 a 05 de Fevereiro de 2015
Olá Pessoal o "conteúdo é para os anos 6° e 7° das Escolas de Lafaiete e 8° e 9° das Escolas de Congonhas.
Explicando os Trabalhos: Bom, no trabalho "a" é para procurar em dicionários ou na internet o significado da palava Arte e copiar. Quem quiser um visto extra é só escrever o que pensa sobre a Arte em geral.
No trabalho "b" é para escolher uma máscara na internet ou em livros da biblioteca e buscar informações sobre ela. sugiro que quem for buscar na internet procure uma imagem que tenha informações a seu respeito.
O trabalho deve ter a imagem (Desenhada ou impressa da máscara em questão. As Perguntas devem ser respondidas à mão pelos alunos.
O que? (responder o que é o objeto pesquisado) Pra quê? (qual a função do objeto na cultura em que surgiu) Por quê? (qual a razão deste objeto existir em sua cultura mãe) Como? (com que material e processos foi feito o objeto) Onde? (Local) e Quando (época)
Entre brumas ao longe surge a aurora,
O hialino orvalho aos poucos se evapora,
Agoniza o arrebol.
A catedral ebúrnea do meu sonho
Aparece na paz do céu risonho
Toda branca de sol.
E o sino canta em lúgubres responsos:
"Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!"
O astro glorioso segue a eterna estrada.
Uma aurea seta lhe cintila em cada
Refulgente raio de luz.
A catedral eburnea do meu sonho,
Onde os meus olhos tao cansados ponho,
Recebe a bencao de Jesus.
E o sino clama em lugebres responsos:
"Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!"
Por entre lirios e lilases desce
A tarde esquiva: amargurada prece
Poe-se a luz a rezar.
A catedral eburnea do meu sonho
Aparece na paz do ceu tristonho
Toda branca de luar.
E o sino chora em lúgubres responsos:
"Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!"
O céu e todo trevas: o vento uiva.
Do relâmpago a cabeleira ruiva
Vem acoitar o rosto meu.
A catedral ebúrnea do meu sonho
Afunda-se no caos do céu medonho
Como um astro que já morreu.
E o sino geme em lúgubres responsos:
"Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!"